Liderança, equilíbrio e bom senso

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Os líderes são encantadores, geram muito empatia, colocam-se no lugar do outro para saber como ele pensa e o que lhe deve dizer. Utilizam bastante sua inteligência emocional.
Jack Welch

O modo como você trata as pessoas com quem você convive definirá como elas reagirão às suas ideias, atitudes e projetos. As atitudes que dão bons resultados são muito simples e prática. Dou ênfase para a melhoria dos relacionamentos: devemos nos importar com as pessoas, observando suas características e seus pontos fortes, ajudando cada uma a desenvolver seu talento, tentando compreender as insatisfações e mantendo o equilíbrio emocional. Todo mundo tem o direito de reivindicar e falar o que sente, manifestando seus sentimentos. Agradeça quando necessário, critique em reservado e elogie em público.

Quando você lidera uma equipe, precisa ter muito equilíbrio emocional, pois cada pessoa tem características diferentes e carrega sua própria bagagem contendo habilidades e conhecimentos, como também traz consigo seus problemas, limitações e medos. O conhecimento técnico é fundamental para que você desenvolva seu trabalho, porém o conhecimento comportamental – que depende de inteligência emocional, é imprescindível para se obter sucesso em equipes de alto desempenho, que buscam objetivos individuais ou coletivos. Respeitar a individualidade de cada um é o grande desafio de uma liderança. Para isso, é necessário desenvolver a capacidade de ouvir com atenção, ou seja, escutar com o coração.

As situações mais extremas da vida exigem de nós muita inteligência emocional. Existem pessoas que têm a capacidade de nos tirar do sério. São pessoas pouco comprometidas com os resultados, que gostam de atrito e confusão, por isso geram fofocas e intrigas na comunidade ou nas organizações.

Na vida familiar também ocorrem situações típica em que a inteligência emocional é colocada à prova. Quando falta equilíbrio e os atritos familiares se descontrolam, as pessoas tomam decisões impensadas, surgidas na emoção negativa do momento, e mais tarde se arrependem, mas nem sempre conseguem reverter o estrago que causaram. Isso provoca a separação de muitos casamentos, por falta de tranquilidade, bom senso e comunicação apaziguadora. O desequilíbrio emocional das pessoas envolvidas em um momento de pressão e atrito provoca também o fim de empresas familiares que estavam indo bem e tinham tudo para prosperar.

Você de ter conhecimento de situações que não terminaram bem simplesmente porque as pessoas perderam o equilíbrio emocional no momento em que o conflito poderia caminhar para uma solução. Por causa desse tipo de desequilíbrio, até mesmo situações trágicas acontecem e não têm como serem revertidas depois.

Autor Salomão Ribeiro, Coaching